O Primeiro Encontro

setembro 30, 2009

Mas e o SP-2, onde entra nesta história?
Bom, a história da compra do carro reune uma série de coincidências, destas que a vida coloca em nossa frente no momento exato.

Num dia chuvoso, em agosto de 2008 eu estava no trabalho quando recebemos a triste notícia do falecimento do irmão de um dos diretores da empresa. Como eu trabalhava no setor de marketing, fiquei incumbido de pesquisar valores de notas em jornais, coroas de flores e etc. além de levar um colega em casa pois este havia passado mal. Pois bem, este colega mora em Canoas, uma cidade vizinha a Porto Alegre, local onde eu avistei meu futuro SP-2 pela primeira vez. Eu trafegava por uma avenida movimentada quando passei em frente a um lava-rápido e um carro me chamou a atenção de cara. Não pude ver que marca era pois estava ao volante, mas sabia que ele era amarelo, da cor que eu queria. Pensei comigo: na volta eu paro pra ver esse carro de perto.



Ao retornar, parei meu carro ao lado da loja e só aí fui saber que se tratava de um lindo exemplar 1975, amarelo safari. Foi amor a primeira vista e, como diz o ditado, o carro havia me escolhido... Sem perder muito tempo perguntei ao dono do lava-rápido, se o carro estava à venda e quanto queria nele. Porém a resposta foi um verdadeiro balde de água fria... ele estava com leilão marcado para o próximo final de semana. Claro que logo pensei: até parece que um carro desses não vai ser arrematado de cara. Mas como um bom vendedor ele me disse que entraria em contato comigo se o carro não fosse vendido, mas eu já descartara essa possibilidade. O dono da loja também era agenciador de carros antigos, por isso o SP-2 estava lá.

Quando sentei ao volante pela primeira vez, a sensação foi indescritível. A posição de dirigir é totalmente diferente de qualquer carro que eu já havia dirigido. Você realmente pensa estar em um carro de corrida, pois seus joelhos ficam totalmente esticados e os bancos revestidos de couro preto parecem te abraçar e te fazem sentir como parte do carro.
Bom, não preciso dizer que a essa altura eu já me sentia dono do carro, porém o único detalhe era o maldito leilão. Lembro que nunca rezei tanto para que ele não fosse vendido.

Mas essa é uma outra história...

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